Aelar

Um homem loiro, cabelos curtos, olhos castanhos, músculos bem definidos. Brincalhão, arruaceiro, responde bem ao comando.

Description:

Aelar, Half-Elf, Bard.
Background: Baldur’s gate. Theme: Chevalier

Status:

STR 12, CON 18, DEX 10, INT 10, WIS 10, CHA 18.
AC: 17, Fort: 14, Ref: 12, Will:15.
Hp: 30, Surges: 11, Surge Value 7
Inic. +0, Speed 5, Passive Insight 17, Passive Perception 17.
Special Senses: Low-Light.
Lenguages: Chondathan, Common, Draconic, Elven.

Trained Skills:

Arcana +5, Diplomacy +11, Insight +7, Intimidate +9, Perception +7.

Untrained Skills:

Acrobatics 0, Athletics +1, Bluff +5, Dungeoneering1, Endurence +4, Heal +1, History +1,
Nature +1, Religion +1, Stealth +0, Streetwise +7, Thievery +0.

Powers:

Basic Attack: Melee Basic Attack, Ranged Basic Attack
Chevalier Attack: Valiant Charge
Bard Feature: Majestic Word, Words of Friendship
Sorcery Attack 1: Chaos Bolt
Bard Attack 1: Vicious Mockery, War Song Strike, Fast Friends, Stirring Shout.

Feats:

Level 1: Ritual Caster, Arcane Familiar.

Rituals:

Create Campsite
Glib Limerick

Bio:

Aelar, filho de Valar e Lauranthalasa. Nomeado em Homenagem à comandante Aela, atualmente a segunda no comando dos Punhos Flamejantes.

Valar era membro do grupo de mercenários conhecidos como Punhos Flamejantes.
Com trabalho duro e dedicação subiu na hierarquia do grupo, chegando à patente de Capitão.

Na primeira vez que encontrou Lauranthalasa, ela era escrava de um comerciante inescrupuloso de Baldur’s Gate, cuja avareza era tamanha que acabou criando-lhe vários inimigos na cidade.
O comerciante precisou viajar até Elturel, uma cidade vizinha para fazer negócios, então contratou dos Punhos Flamejantes um pequeno séquito, formado pelos quatro melhores, mais bem treinados e mais baratos mercenários da ordem para escoltá-lo.
Mas todo o esquema de negócio era uma armação de seus inimigos, que contrataram um grupo maior de mercenários de uma outra facção, ao todo vinte guerreiros para emboscá-los na estrada. O que eles não previram foi que o séquito, com a ajuda de uma elfa, acabou derrotando os mercenários rivais.

Como agradecimento ao único mercenário do séquito que saiu vivo do embate, o mercador lhe ofereceu o que quisesse como recompensa, fosse ouro, jóias, escravas, o que ele quisesse. Então o guerreiro pediu ao mercador que libertasse a escrava que salvou sua vida durante a luta, quando ela, com sua magia élfica, impediu que um inimigo o atacasse pelas costas.
Desgostoso com o pedido, já que ela era sua escrava mais cara. Chegou atá a cogitar negar-lhe, mas apesar de ser inescrupuloso e mesquinho, cumpria suas promessas.

Um ano e meio depois disso, Lauranthalasa estava grávida de Valor quando os Licantropos atacaram.
Um imenso grupo chamado de Grupo da Lua Rubra, formado por centenas de Licantropos invadiu a cidade e causou um caos, quase destruindo a cidade, e o teria feito, se não tivessem sido repelidos pelos Punhos Flamejantes.
Durante o ataque, Valar pediu à sua superior Aela, que estava ferida, para tirar sua esposa da cidade e a mantivesse segura enquanto ele atrairia os licantropos para uma parte deserta da cidade e, sem nem esperar pela resposta, ele saiu em disparada tocando seu berrante o mais alto possível.

O resultado foi que Valar conseguiu atrair cerca de vinte porcento do exército licantropo para uma área deserta da cidade, onde os despistou por tempo suficiente para que o resto das tropas invasoras tivesse morrido ou fugido ao ver que iriam perder.
A luta durou cerca de meia hora, mas a cidade foi quase completamente destruída. Os sobreviventes, em grande parte humanos e elfos, reconstruíram a cidade e seguiram suas vidas, já os Punhos Flamejantes se tornaram protetores semioficiais de Baldur’s Gate, crescendo em honra e números, já que os licantropos sobreviventes fugiram, estabeleceram uma base escondida na floresta, que ficou conhecida como Floresta das Garras, e continuaram a tentar recriar seus domínios.

Dez anos após isso, durante uma patrulha, Valar morreu. Aelar, seu filho, crescido no meio dos mercenários, começou a se envolver mais com os Punhos Flamejantes, treinando com sua Madrinha, Aela, The Huntress, para se tornar um guerreiro tão bom quanto seu pai. Herdou dele seu berrante, que ficou conhecido posteriormente como o Chifre de Baldur, e sempre o carrega consigo.

Aelar

Faerun Renascida sidcampos